Fiquei sabendo que por conta do atraso da noiva, o noivo ficou nervoso e andando de um lado para o outro. Será que ele achou que a noiva tinha desistido?!
O noivo estava lindo com o seu terno levemente quadriculado e como ele diz com o cabelo todo arrepiado! Acho que ele não acertou o corte!!!
Ele entrou ao som de Your song, do Elton John.
Não sei se eu contei, mas o terno do noivo foi Crawford, no segundo piso do Rio Sul.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Relato 14 – Músicos da Cerimônia: Intermezzo
Conheci a Intermezzo por indicação da Lanna, nossa
cerimonialista.
Marcamos com a Beatriz Klavin e fomos conhecer o trabalho
deles.
Tentamos ir a uma cerimônia de verdade e não só ouvir os
DVD’s que ela nos mostrou, mas não conseguimos.
Por ter sido indicação da Lanna, acabamos fechando sem ver o
trabalho ao vivo e não nos arrependemos em momento algum.
Alguns dos nossos amigos que tocam disseram que eles estavam
superafinados adoraram alguns arranjos que eles fizeram das músicas escolhidas.
Fora que a Beatriz sempre foi ótima. Nos ajudou muito com
escolha das músicas!
Adoramos e indicamos muito!!!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Relato 13 - O Reverendo
Antes de iniciar os relatos do cortejo eu preciso falar
também dessa pessoa única que fez a nossa cerimônia ser ainda mais
emocionantes.
Nós entramos em contato com o reverendo Eduardo Grillo no
inicio de 2011. Por isso, nós o vimos diversas vezes. Acho que encontramos com
ele pelo menos umas 6 vezes até o Big Day.
O Reverendo é da Igreja Anglicana e, por isso, não há um
curso de noivos. Nós íamos ao culto aos domingos. E mais perto fomos umas 3
vezes conversar com ele e entregar os documentos.
Nessas conversas nos aproximamos, ele ficou sabendo um pouco
mais de nós e acabamos tendo uma cerimônia muito, muito, muito pessoal. Eu
fiquei muito feliz com cada detalhe e indico muito ele.
È uma pessoa incrível e que sabe tornar o seu dia ainda mais
especial.
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Superquerido! |
terça-feira, 19 de junho de 2012
Relato 12 - Agradecimentos
Antes de continuar os relatos, começando com o cortejo.
Preciso fazer uma pausa para agradecer uma pessoa que foi incrível.
Eu cheguei na Casa de Santa Teresa bem tristinha. Já estava
bem escuro e eu sabia que não teria as minhas fotos com a vista. Fiquei
esperando a cerimonialista montar o cortejo e depois ouvindo as músicas de
entrada e imagino como estariam entrando.
Nesse momento, o Fernando Chaves ficou por perto ouvindo as
minhas lamentações por estar escuro. Ele foi uma ótima pessoa. Ficou me dizendo
que eu não devia ficar assim, que isso acontece e que para os convidados não
tinha sido transtorno nenhum. Afinal, esperar naquele lugar podia ser até um
prazer.
Ele tinha e tem razão, mas eu estava triste por mim. Eu não
ia ter as minhas fotos e filmagem com a vista: o grande motivo por ter
escolhido aquele lugar.
Bom, hoje, quase 2 meses depois eu ainda lamento muito. Já
chorei muito, nem olho fotos de pessoas que casaram lá e estão com fotos da
vista. Mas fazer o que se tinha que ser assim?!
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Relato 11 – A surpresa
Enquanto eu já estava ficando nervosa por conta da hora, eis
que chega uma linda surpresa do noivo!
É fofo né?!
Temos a nossa orquídea até hoje, quase 2 meses depois!
E continua linda!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Relato 10 – Making Of do Noivo
O noivo se arrumou na Casa de Santa Teresa.
Mas antes de ir para lá, dois dos padrinhos passaram o dia
com ele na nossa casinha. Isso quer dizer que eles já começaram a beber desde
bem cedo.
Acho bem legal as noivas incluírem o serviço de making of do
noivo. Rendem fotos lindas!!!!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Relato 9: Fotos pelo Hotel
Bom, como disse no post anterior. Apesar de estar bem
ansiosa, querendo que a minha mãe ficasse pronta como um passe de mágica eu fiz
algumas fotos pelo hotel.
Vejam como fica lindo de morrer...
Vejam como fica lindo de morrer...
terça-feira, 12 de junho de 2012
Relato 8: Making Of
Logo depois que cheguei no quarto fui me acalmando e
começando o processo para que assim que o Áureo chegasse ele já começasse.
Afinal, a fama dele era de que demorava.Começamos os trabalhos um pouco antes das 10h. Por isso,
nesse momento inicial eu não me preocupei muito com a hora. Eu queria estar
pronta as 16h pra bater umas fotos por Santa Teresa e achava que começando essa
hora ia dar muito tempo.
Só que o Áureo começou a minha escova antes das 10h e só acabou um pouco antes das 13h. Ai, eu comecei a me preocupar. Nesse tempo, eu fui almoçar e começou a fazer o cabelo da minha mãe. Ele acabou a minha mãe as 15h e começou a minha maquiagem.
Quando eu vi que estava começando chegar perto das 16h e ele ainda não tinha terminado a minha maquiagem e ainda tinha o penteado comecei a ficar angustiada. Fiquei pulando na cadeira e falando que não queria que ficasse escuro.
Só que o Áureo começou a minha escova antes das 10h e só acabou um pouco antes das 13h. Ai, eu comecei a me preocupar. Nesse tempo, eu fui almoçar e começou a fazer o cabelo da minha mãe. Ele acabou a minha mãe as 15h e começou a minha maquiagem.
Quando eu vi que estava começando chegar perto das 16h e ele ainda não tinha terminado a minha maquiagem e ainda tinha o penteado comecei a ficar angustiada. Fiquei pulando na cadeira e falando que não queria que ficasse escuro.
Mas não adiantou nada. Eu só fiquei pronta às 17h, horário
que eu queria estar chegando na CST. E ainda faltava a minha mãe. Bom,
enquanto, ele fazia a minha mãe eu fui bater umas fotos no Hotel de Santa
Teresa e na rua enfrente ao hotel.
Minha mãe ficou pronta às 17h40min. Saímos correndo pra Casa
de Santa Teresa. Chegamos lá as 17h50min e ai foi esperar a Vera Schimitz
arrumar o cortejo para eu poder entrar.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Relato 7 – O vestido
Bom, a Saga do Vestido começou com quase 1 ano antes do
casamento. Eu nunca liguei muito pro vestido. Não era a minha prioridade. Na
minha planilha de custos o valor para um aluguel do vestido era muito ridículo.
Então, eu tomei um susto com os preços para aluguel e como
os vestidos eram feios! Não gostava de nada!
Até que eu fui no atelier da Marie Lafayette. Eu me
apaixonei por um vestido que era o mais que o dobro do valor que eu queria.
Tudo no vestido era perfeito, o caimento, o modelo e o atendimento foi
excelente. Só que eu não podia pagar aquele valor por um aluguel.
As meninas do Atelier me deram uns 10 dias pra pensar e me
disserem que não tinha como fazer o segundo aluguel do vestido que eu proveito.
Nesses 10 dias, eu consegui uma encaixe com a Carol Hungria.
Como a Carol vende os vestidos, ela não tinha modelos para eu ver. Eu fui
apenas falando o que queria e ela desenhando. Eu me inspirei muito no modelo da
Marie.
O primeiro desenho da Carol eu não gostei. Ai, ela fez outro
que eu já gostei muito... Ela ficou de me mandar o orçamento em 2 dias. Eu
queria que fosse antes, pois eu tinha 2 dias pra decidir se ia me enforcar com
a Marie ou teria outra opção.
Bom, quando cheguei em casa a Carol já tinha me mandado o
orçamento. E para minha surpresa, saiu apenas 300 reais mais caro que a Marie e
o vestido seria meu. Conversei com o noivo e fechei com a Carol.
Eu amei cada provinha do meu vestido, eu amei o meu vestido
e ainda ganhei as minhas flores do cabelo de presente da Carol.
No fim, ainda acabei tendo véu, que no inicio, eu não
queria!
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